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 Editorial:

 Em defesa do porte de arma para jornalistas. Por Fernando Leão, Presidente Nacional do SINAJ*

Em uma sociedade onde vivemos assustados e escondidos em nossos lares, o decreto do
presidente Jair Bolsonaro, vem ao menos tentar reduzir os efeitos da violência crescente noBrasil. O interessante seria que nenhum de nós andasse armado, mas como imaginar tal possibilidade neste momento? Temos que ter segurança ou ao menos, buscar uma maneira de nos sentirmos seguros.
Acompanho atentamente todas as opiniões sobre a questão do porte de arma para
jornalistas que atuam na área policial e como presidente do Sinaj, aplaudo a decisão
acertada do presidente Jair Bolsonaro. Sabemos que a nossa categoria profissional além de não ter o devido reconhecimento profissional e valorização desta atividade de risco de
morte, viu através da edição deste decreto a possibilidade de ter no mínimo, “sensação de
segurança”. Afinal, quem não sabe que os colegas que fazem a cobertura policial, assim
como faço há tantos anos, recebemos inúmeras ameaças de morte? No Sinaj, recebemos
diversos pedidos para solicitar as autoridades de segurança, melhores condições para a
cobertura jornalística, de tantas matérias que são assistidas nos veículos de comunicação.
Temos visto os colegas trabalhando em linha de tiro, sem máscaras e protegidos algumas
vezes por um colete e até capacete. Entretanto, depois que a matéria é produzida “olheiros e X9 dos criminosos”, observam atentamente pra onde vão, onde trabalham e até onde moram estes profissionais, que se tornam alvos relativamente fáceis, mediante a ação perversa e criminosa. Como presidente do Sinaj, sou favorável ao cumprimento do desejo da maioria dos colegas jornalistas que cobrem a área policial que ao terem arma e porte, certamente se sentirão mais seguros. Este direito agora garantido através deste decreto, não pode ser negado, até que o Estado esteja aparelhado corretamente e que nos dê a segurança suficiente e nos permita o direito de ir e vir, contido na Carta Magna.

*Fernando Leão, é jornalista, repórter policial e presidente do Sindicato Nacional dos
Jornalistas Profissionais Liberais (Sinaj).

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